Tag: bernardo oliveira

21 de março de 2019 /

“a arte é o que resiste, ainda que não seja a única coisa que resiste”. (“o que é o ato de criação?”, giles deleuze) primeiro movimento — eu não gostaria de catalogar os artistas em “música política”, “canção crítica” ou mesmo me pôr num “tribunal” da crítica pra limitar e colocá-los sobre a mesma seara. mas em síntese, eu penso…

Leia Maismicronarrativas dos sons lá fora

21 de março de 2019 /

por Bernardo Oliveira e Fred Coelho. Por iniciativa de Mário de Andrade, então diretor do Departamento de Cultura da cidade de São Paulo, a Missão de Pesquisas Folclóricas percorreu o Norte e o Nordeste do Brasil durante o ano de 1938. Em busca de registros de manifestações culturais, particularmente de dança e música, trouxeram na bagagem gravações em áudio e…

Leia MaisTransistória, transistor: as máquinas e as musas

21 de março de 2019 /

“O livro da imagem” é um dos mais belos e fascinantes monumentos à “variação universal” (Tarde, Deleuze), uma tapeçaria irregular modulando quadros, músicas,  textos e filmes (“arqueologia” por Nicole Brenez), meticulosamente costurados em processo de composição e decomposição. Intensa liberação de modos e ritmos, dinâmicas e sensações. “Todas as coisas, isto é, todas as imagens, se confundem com suas ações…

Leia MaisA imagem-variação: sobre “Palavra e Imagem”, de Jean-Luc Godard

21 de março de 2019 /

“Ioiô moleque maneiro vem lá do Salgueiro e tem seu valor. Ele toca cavaco, pandeiro e no partido alto é bom versador.” Os versos de Cesar Veneno, apesar de elogiosos, não dão conta do gênio de Almir Guineto. Vale a pena acompanhá-lo na “segunda” (como nos referimos à estrofe nos meios pagodeiros): “Foi num samba pra frente que eu vi…

Leia MaisAlmir Guineto: sambista completo

21 de março de 2019 /

“Chama eterna de um minuto”: paráfrase do amor “infinito enquanto dure”, imagem expressiva do estado de permanência e movimento que caracteriza algumas “incertas” que, volta e meia, acometem a música brasileira. Como em toda incerta, chega sem aviso; eterna enquanto dura, a incerta desconcerta pela ausência de uma filiação evidente ou de uma temporalidade referencial que permita sua inserção imediata…

Leia MaisChama incerta de um minuto

21 de março de 2019 /

história, memória e esquecimento – edição 10– bimestral – dezembro de 2015 DOWNLOAD GRATUITO AQUI VERSÃO IMPRESSA AQUI Expediente Edição: Carlos Gomes Projeto gráfico: Fernanda Maia Artista convidado: Gilvan Barreto Jornalista responsável: Marina Suassuna (DRT 5556-PE) Textos e mediação do debate: Carlos Gomes e Marina Suassuna Colaboradores: Bernardo Oliveira, Bruno Vitorino, Débora Nascimento, Fernando Athayde, Fred Coelho, Gabriel Albuquerque, Kiko…

Leia MaisOutros Críticos #10 – história, memória e esquecimento

21 de março de 2019 /

por Bernardo Oliveira. Entrecrítica é uma crítica construída sobre uma conversa entre o crítico e o artista. De Baile Solto pode ser descrito a partir da consolidação de um longo processo de descolonização: vivificar ritmos, territórios, visões do paraíso, processos imaginativos, tecnologias particulares que, longe dos refletores, pareciam definhar. O ambiente do qual os vídeos no Youtube são testemunha (procurem,…

Leia MaisRepetir, variar, alucinar: entrecrítica sobre ‘De Baile Solto’

21 de março de 2019 /

por Bernardo Oliveira. Em setembro de 2014, por ocasião de sua última passagem pelo Rio de Janeiro, o baterista anglo-norueguês Paal Nilssen-Love ministrou dois workshops na Audio Rebel, estúdio localizado no bairro de Botafogo onde ocorre o Quintavant, evento que produzo juntamente com Pedro Azevendo, Renato Godoy e Alexander Zhemchuzhnikov. O evento não poderia ser mais oportuno, pois há pelo…

Leia MaisIr ao encontro do mundo: sobre o ato de improvisação

21 de março de 2019 /

por Raquel Monteath. “Perceber no escuro do presente essa luz que procura nos alcançar e não pode fazê-lo, isso significa ser contemporâneo.” (Giorgio Agambem) Quando um som ultrapassa seus próprios limites sonoros, é hora de fazer um festival. Incumbidos de ideias parecidas com essa, alguns produtores brasileiros resolveram ampliar seus limites audíveis, assimilar o crescimento mundial de um tipo específico…

Leia MaisArtesanato Sonoro Mode On

21 de março de 2019 /

por Bernardo Oliveira. A utilização constante e acrítica da expressão “cena” em língua portuguesa, corresponde, na minha opinião, à situação precária do jornalismo cultural brasileiro e, particularmente, da crítica musical. Certamente, já devo ter utilizado essa expressão algumas vezes, tal como nos acostumamos a usar expressões consolidadas por um vocabulário de séculos passados (“obra-prima”), expressões contextuais mais recentes (“heavy metal”,…

Leia MaisOutras palavras, Outras questões

21 de março de 2019 /

por Bernardo Oliveira*. Finalmente assisti ontem ao show do Siba, relativo ao disco Avante, de 2012. Difícil descrever o tamanho do acontecimento. Avante representa um terceiro momento na carreira de Siba — considerando sua trajetória desde o Mestre Ambrósio até a fuga para a Zona da Mata, momento que rendeu a obra-prima Toda vez que eu dou um passo o…

Leia MaisAvante ao vivo, Siba

21 de março de 2019 /

por Carlos Gomes. I – limbo emergiu, Volto ao tempo em que o álbum limbo era uma obra em progresso. Releio com certa curiosidade o ensaio “do absurdo ao limbo” e investigo que expectativas eu tinha para o próximo disco da Rua. Eis um trecho: “Irmos do absurdo ao limbo (próximo disco da banda) será como propor um entrelugar estético…

Leia MaisImpressões sobre o limbo

21 de março de 2019 /

#3 Temporada Quintavant 2013. from Quint Avant on Vimeo. por Bernardo Oliveira Em julho do ano passado, Nilssen-Love se apresentou ao lado de Arto Lindsay no Quintavant, show que rendeu um disco lançado pelo seu próprio selo, o PNL. O álbum se chama Scarcity e teve lançamento mundial em março deste ano, com shows no MOMA. No próximo domingo, a…

Leia MaisQuintavant (RJ) recebe o baterista Paal Nilssen-Love