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13 de abril de 2013 /

o saudoso e brilhante poeta ericson pires dava ao encontro um valor de ato criador, nele, no encontro de corpos voa e de mundos, realizamos o outro e também a nós mesmos nesse espaço que está sempre em movimento, sem um lugar temporal definido para repousar. nada mais representativo do resultado dessa arte de criar encontros que o recém-lançado disco de dois grandes compositores mar-de-dentro da canção nacional: luiza brina e césar lacerda. ao sabor do sol                              em tormenta ouça…

24 de março de 2013 /

    O festival A Noite do Desbunde Elétrico é realizado anualmente em Recife desde 2007. Artistas mais novos da música Pernambucana já dividiram o palco com músicos como Lula Côrtes e Almir de Oliveira (Ave Sangria) em edições anteriores. A partir de 2011, o festival tem lançado uma coletânea virtual com bandas e músicos convidados a tocar no Desbunde. A coletânea de 2013 já está no ar e conta somente com músicas de artistas solo. Resolvemos destacar algumas faixas…

11 de março de 2013 /

meu último artigo para o outros críticos foi sobre o trabalho do iconili e nele eu apontei para algumas questões referentes à hipervelocidade, essa que nos devora e não nos permite assimilar toda a enchurrada de informação, útil e inútil, que nos atinge diariamente.  hoje esse assunto insiste em dialogar comigo, mas dessa vez para contar sobre as fortes impressões que me causou o disco homens lentos (2013), da banda a fase rosa, que acaba de ser lançado e que…

8 de março de 2013 /

há muita coisa, boa e ruim, sendo produzida e com uma velocidade impressionante (tentarei me manter no campo do debate musical). a cada semana surgem novos “salvadores” e “ícones” dos mais diversos estilos musicais; é muito rápido e confesso que não dou conta de tantos apocalipses. essa hipervelocidade de re/produção perturba, bombardeia nossos sentidos de informações que não conseguimos assimilar. a velocidade da internet passou a ditar o ritmo da vida também fora do ciberespaço e essa ditadura, assim como…

19 de fevereiro de 2013 /

“A filosofia do candomblé não é uma filosofia bárbara, e sim um pensamento sutil que ainda não foi decifrado”. isso o antropólogo Roger Bastide escreveu em 1944 enquanto pesquisava o candomblé no Brasil (foi seu primeiro contato com o candomblé em terras nacionais). hoje em dia não podemos falar de uma decodificação das religiões africanas em nossa terra, mas sim de uma constante descoberta que se movimenta com as engrenagens da descoberta e invenção do homem. depois do primeiro registro,…

18 de janeiro de 2013 /

O pesquisador e músico Ricardo Maia Jr. lançou, no dia 20 de novembro, um e-book com ensaios sobre a cena da música alternativa pernambucana. Os seis textos que compõem o livro foram escritos durante o primeiro semestre de 2012, período em que Ricardo assinava como colunista do site Outros Críticos. Em Entrelugares: notas críticas sobre o pós-mangue (2012), Ricardo discute sobre a conceituação da geração pós-mangue, a sonoridade e a estética dos artistas dessa geração, assim como as suas letras de música,…

5 de janeiro de 2013 /

Coletânea para além da sonoridade pós-mangue* (2012)  Faça o download aqui. *A coletânea faz parte do lançamento do e-book Entrelugares: notas críticas sobre o pós-mangue (2012), de Ricardo Maia Jr. As bandas da coletânea foram analisadas no ensaio “Para além da sonoridade pós-mangue”.

4 de janeiro de 2013 /

Coletânea Bootleg’12 – Outros Críticos Faça o download aqui. A coletânea é organizada através de uma chamada realizada no final de cada ano. Em sua quarta edição, a Bootleg inclui faixas extras, takes alternativos, gravações caseiras. Em suma, canções que normalmente ficariam guardadas têm a chance se serem ouvidas em seu estado bruto. Artistas como Rômulo Fróes, Julia Says, Ze Manoel, Stela Campos e Jair Naves já participaram de edições anteriores. Dividida em dois lados, A e B, a Bootleg’12…

1 de janeiro de 2013 /

solstício I não ouço passos de ninguém entre os escombros. nem mesmo insetos revirando o pó. um vento seco me arrepia, encolho os ombros, pois na verdade estou queimando só. pelo vazio com que eu convivo há tanto tempo. e eu não vejo em mim nenhum medo, e não existe em mim nenhum medo. homem cruel, destruidor, de brilho intenso, monumental. sangrou, vazou, morreu de dor de amor. e fazendo no meu peito a tua moradia, mas queres ir embora.…